Paulo Henrique Amorim lança “O Quarto Poder” e manda o recado: o petróleo é nosso!

O jornalista Paulo Henrique Amorim, do blog Conversa Afiada Oficial, lançou ontem em Brasília o livro de sua autoria chamado “O quarto poder – uma outra história”, que reúne passagens de sua carreira como jornalista da grande imprensa.

Conhecido por fazer o contraponto contra aqueles a quem chama de “Partido da Imprensa Golpista”, PHA comentou a campanha difamatória que tem sido conduzida pela oposição e alguns setores da mídia contra a Petrobras. Ele conta que isso acontece desde o governo Vargas (tendo sido esta, inclusive, uma das causas de seu suicídio), sobrevindo a Jango, a Lula e chegando a Dilma. “A Petrobrás é alvo da Casa Grande, daqueles que acreditam que o petróleo não pode ficar no Brasil”.

Ele relembra, ainda, aquilo que os entreguistas fazem de tudo para o povo esquecer. “Na camada mais profunda da geologia política brasileira, está a questão da soberania, do interesse nacional. A situação caótica que se vê hoje no Mediterrâneo foi causada pelas guerras em busca de petróleo”.

Em entrevista para o Muda Mais Congresso, o jornalista ainda comentou as manifestações com bonecos infláveis que estão sendo feitas contra Lula e Dilma. “Eu não dou bola para bonecos, isso é uma manifestação democrática. Agora, enquanto eles inflam bonecos nas ruas, eu falo no meu blog sobre os porquês daqueles que inflam bonecos”.

O livro O Quarto Poder traz histórias dos bastidores de grandes coberturas jornalísticas ao longo da história profissional de Paulo Henrique Amorim. Uma delas conta que Fernando Henrique Cardoso, antes mesmo de ser candidato, vendeu a Petrobrás ao FMI com uma folha em branco, que seria o Plano Real. “O FMI comprou e bancou FHC como candidato porque sabia que teria algo depois”, explica o jornalista.

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Ataque terrorista ao Instituto Lula #NãÉSóUmaBombinha

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Após os fascistas de plantão espalharem nas redes que o ataque terrorista ao Instituto Lula foi forjado — mesmo com a comprovação da perícia da Polícia Federal e da filmagem do momento do ataque -, agora o discurso dos hatersda direita é que o artefato utilizado na explosão era muito pequeno e não causaria estrago.

Não importa o tamanho da bomba, o ato foi criminoso e tinha o objetivo de atingir alguém, machucar. Caso contrário, tentariam estabelecer um diálogo, chamariam para um café, um debate, mandariam flores. Comentários que aprovam e apoiam o ataque minimizam, justificam ou afirmam que o caso é exagero por não ter machucado ninguém deixam à mostra o ódio gratuito dos fascistas, que parabenizam atos terroristas e são a favor da violência, seja como for.

Mesmo que, em uma possibilidade muitíssimo remota, o ataque não tivesse sido político (e, obviamente, ele foi), os comentários sobre ele o são. Quem endossa o ato, o justifica e o aplaude dissemina o ódio por motivos políticos. Mudar o foco do ataque, relativizar o ato criminoso e tratá-lo como algo banal faz parte do senso de oportunidade da direita para espalhar a intolerância e promover a violência.

Sabemos que o discurso dos que aplaudem o ato é contra a esquerda e suas políticas públicas voltadas para as minorias, e contra a luta e garantia dos direitos humanos. Eles não admitem que tantas pessoas tenham as mesmas oportunidades que eles. Não aceitam políticas de inclusão e pouco se importam com os milhões de brasileiros que tiveram suas vidas mudadas para melhor nos últimos anos, em decorrência das iniciativas realizadas pelo ex-presidente Lula.

A direita e seus haters se sentem autorizados a desrespeitar quem não concorda com seus posicionamentos, seja com xingamentos nas ruas à presidenta da república, comentários preconceituosos e xenofóbicos nas redes, e, agora o movimento mais recente, apoiar e justificar os atos de violência contra Lula.

Seja uma bombinha, um morteiro ou uma granada, o ato foi violento e, ao contrário dos reacionários, nós não apoiamos e nunca apoiaremos nenhum ato criminoso, contra quem quer que seja. Seguimos firmes na luta por um mundo SEM violência. O ataque terrorista ao Instituto Lula #NãoÉSóUmaBombinha: é grave, fere a democracia do país e os culpados precisam ser responsabilizados.

#FascistasNãoPassarão #Nãonoscalarão