Não se deixe enganar! As maiores petroleiras do mundo são estatais

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Tem gente por aí querendo privatizar a Petrobras. Dizem que, se a empresa não fosse estatal, tudo estaria muito melhor. Não é isso que pensam TODAS as nações com grandes reservas de petróleo do mundo: as 10 maiores petroleiras do planeta são todas estatais.

Um relatório feito pelo Banco Mundial mostra a Saudi Aramco (Arábia Saudita), a NIOC (Irã), a KPC (Kuwait), a ADNOC (Abu Dhabi), a Gazprom (Rússia), a CNPC (China), a PDVSA (Venezuela), a Statoil (Noruega), a Petronas (Malásia), a NNPC (Nigéria), a Sonangol (Angola), a Pemex (México) e, é claro, a nossa Petrobras como as maiores petrolíferas do mundo (lembrando que a Petrobras já bate a produção de 850 mil barria por dia, só no pré-sal).

Isso acontece, em parte, porque o mundo todo entende o significado, não só econômico, mas principalmente político, de possuir reservas naturais de petróleo. E o Brasil dos últimos anos inova ao promover políticas para quebrar a chamada “Maldição do Petróleo” (na qual a riqueza se esgota em si mesma), quando Lula toma a decisão política de investir 75% dos lucros em educação e 25% em saúde.

Enquanto isso, do lado dos entreguistas, os senadores José Serra (PSDB/SP) e Ricardo Ferraço (PMDS/ES) tentam, a todo custo, tirar a prerrogativa da Petrobras na exploração do pré-sal para entregar de bandeja aos gringos, que choram o amargor da escassez de suas reservas e da imponência da Petrobras no mercado internacional. Serra prometeu nossa riqueza à Chevron; Ferraço, à Shell. As duas amargam demissões, baixo crescimento e queda nos lucros. De todas as petroleiras atingidas pela crise, a Petrobras é a que menos sente os resultados negativos.

Por isso, Serra mente aos brasileiros ao dizer que o PL 131/2015, do qual é autor e de que Ferraço é relator, tem uma “configuração singela” ao “simplesmente” tirar da Petrobras a obrigação de única exploradora do pré-sal. Isso é entreguismo puro. Em nome de acordo previamente firmados com as petrolíferas estrangeiras, os dois senadores querem tirar dos brasileiros a riqueza que lhes é de direito.

Não se deixe enganar! As maiores empresas do petróleo do mundo estão nas mãos dos Estados. Lembra quando Fernando Henrique, correligionário de José Serra, tentou transformar a nossa estatal em Petrobrax para soar bem aos ouvidos ingleses e poder fatiar e vender a estatal na surdina? Agora, o rumo segue o mesmo, porém com armas mais sutis.

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Ataque terrorista ao Instituto Lula #NãÉSóUmaBombinha

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Após os fascistas de plantão espalharem nas redes que o ataque terrorista ao Instituto Lula foi forjado — mesmo com a comprovação da perícia da Polícia Federal e da filmagem do momento do ataque -, agora o discurso dos hatersda direita é que o artefato utilizado na explosão era muito pequeno e não causaria estrago.

Não importa o tamanho da bomba, o ato foi criminoso e tinha o objetivo de atingir alguém, machucar. Caso contrário, tentariam estabelecer um diálogo, chamariam para um café, um debate, mandariam flores. Comentários que aprovam e apoiam o ataque minimizam, justificam ou afirmam que o caso é exagero por não ter machucado ninguém deixam à mostra o ódio gratuito dos fascistas, que parabenizam atos terroristas e são a favor da violência, seja como for.

Mesmo que, em uma possibilidade muitíssimo remota, o ataque não tivesse sido político (e, obviamente, ele foi), os comentários sobre ele o são. Quem endossa o ato, o justifica e o aplaude dissemina o ódio por motivos políticos. Mudar o foco do ataque, relativizar o ato criminoso e tratá-lo como algo banal faz parte do senso de oportunidade da direita para espalhar a intolerância e promover a violência.

Sabemos que o discurso dos que aplaudem o ato é contra a esquerda e suas políticas públicas voltadas para as minorias, e contra a luta e garantia dos direitos humanos. Eles não admitem que tantas pessoas tenham as mesmas oportunidades que eles. Não aceitam políticas de inclusão e pouco se importam com os milhões de brasileiros que tiveram suas vidas mudadas para melhor nos últimos anos, em decorrência das iniciativas realizadas pelo ex-presidente Lula.

A direita e seus haters se sentem autorizados a desrespeitar quem não concorda com seus posicionamentos, seja com xingamentos nas ruas à presidenta da república, comentários preconceituosos e xenofóbicos nas redes, e, agora o movimento mais recente, apoiar e justificar os atos de violência contra Lula.

Seja uma bombinha, um morteiro ou uma granada, o ato foi violento e, ao contrário dos reacionários, nós não apoiamos e nunca apoiaremos nenhum ato criminoso, contra quem quer que seja. Seguimos firmes na luta por um mundo SEM violência. O ataque terrorista ao Instituto Lula #NãoÉSóUmaBombinha: é grave, fere a democracia do país e os culpados precisam ser responsabilizados.

#FascistasNãoPassarão #Nãonoscalarão