Após tentativa de Alckmin de “reorganizar” escolas em SP, é a vez de Perillo privatizar as de Goiás

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APÓS TENTATIVA DE ~REORGANIZAÇÃO~ DAS ESCOLAS DE ALCKMIN EM SÃO PAULO, AGORA É A VEZ DE MARCONI PERILLO QUERER PRIVATIZAR AS ESCOLAS DE GOIÁS

A infeliz onda por que passa a educação nos estados chegou até Goiás. Na manhã de hoje (11), estudantes ocuparam o Colégio Estadual Lycey de Goiânia (Centro) em protesto contra o despacho do governador Marconi Perillo, publicado no Diário Oficial do Estado de Goiás, que transfere a gestão das escolas da rede estadual para as organizações sociais (OSs). Em outras palavras, ele autoriza a privatização do ensino nas escolas públicas do estado.

Essa foi a terceira ocupação de escola em três dias. Mais de 200 escolas estão na mira da privatização, segundo o decreto do governador tucano. A ação de ocupar os colégios goianos é inspirada na vitoriosa aliança dos estudantes, pais e defensores da educação em São Paulo, que motivou a suspensão da reorganização de Alckmin que afetaria mais de 300 mil alunos e fecharia cerca de 93 escolas. Após o terceiro atentado da tucanada contra o ensino público, somente em 2015, fica aqui uma pergunta:

Seria, o PSDB, o inimigo número 1 da educação pública no Brasil? No Paraná, o governador do PSDB, Beto Richa, ordenou espancamento dos professores no ato de greve em Curitiba. Em São Paulo, Alckmin, do PSDB, autorizou a polícia militar a coagir alunos dentro das escolas ocupadas e ordenou força policial contra os estudantes nos atos de rua. Agora, Marconi Perillo, também do PSDB, surge com uma nova demanda para privatizar o ensino goiano e faturar com contratos ao invés de investir nos alunos da educação pública.

E se a gente for parar pra pensar, qual seria o preço de uma privatização? Não seria melhor construir políticas públicas para a educação nos estados?

No Rio Grande do Sul, a justiça mandou bem. Um contrato firmado entre o Município de Pelotas (cujo prefeito, Eduardo Leite, também é tucano) e o Instituto de Desenvolvimento Gerencial S/A”, que faz parte do Grupo Falconi, foi suspensa pelos desembargadores da Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Os valores dessa tentativa de acordo entre o município e a empresa do Grupo Falconi ultrapassavam R$ 2 milhões. Foi considerado “por demais duvidosa e pouco razoável” para o tribunal.

Assista ao vídeo dos movimentos estudantis contra a tentativa de Marconi Perillo de privatizar o ensino nas escolas goianas aqui -> https://www.youtube.com/watch?v=nKPv8HXQhRQ

#PrivatizarNãoÉSolução #NãoTemArrego #PrivatizaçãoNão #OcupaEscola

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